Entenda a importância do Excel no mercado de trabalho e prepare-se para ele!

Você sabe Excel?

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6 SINAIS DE UMA PESSOA INGRATA E O QUE FAZER PARA VOCÊ FICAR LONGE DELA!

positividade-lifehacker-com1Já publicamos várias matérias sobre os sintomas que o nosso corpo emite quando está doente.

Se estivermos atentos a isso, podemos evitar problemas mais graves de saúde e tratar, mais rapidamente, o que tanto nos prejudica.

Desta vez, viemos falar não de doenças causadas por vírus ou alimentos industrializados, mas de um tipo de pessoa extremamente negativa e maldosa.

Precisamente, falaremos das pessoas ingratas, mal-agradecidas.

Separamos seis sinais que caracterizam essas pessoas, para que você as identifique o mais rápido possível a fim de se proteger delas.

1. Eterno estado de emergência

Sabe aquele tipo de gente que sempre procura você somente quando está precisando de alguma coisa?

Pessoas assim costumam colocam a própria necessidade acima da dos outros, além de conseguirem o que querem com muita manipulação e drama.

Ou seja, são extremamente egoístas.

2. Falta de tempo

A maioria das pessoas vive na correria do dia a dia, mas pessoas ingratas apenas encontram tempo para você quando estão precisando, como já falamos no tópico anterior.

Quando você precisa da ajuda dessas pessoas, geralmente elas alegam sempre a mesma coisa: “Desculpe, eu estou sem tempo”.

Pessoas mal-agradecidas nunca estão interessadas de verdade em saber como estão a família e os amigos.

Lembre-se: relacionamentos baseados numa troca justa são mais fortes e duradouros.

3. Dificuldade em agradecer

Pessoas ingratas têm até facilidade em pedir, mas uma grande dificuldade em mostrar gratidão.

E, quando elas ajudam, fazem questão de lembrar que você tem uma dívida a pagar.  

Nesse caso, melhor evitar depender o máximo desse tipo de pessoas.

4. O mundo gira em torno delas

Você conhece alguém assim?

Alguém que não pensa duas vezes antes de sacrificar todo mundo para que tenha seus desejos realizados?

Fuja!

Essas pessoas são tão sem noção que não se importam com seus sentimentos.

5. Falsidade

Você pode amar, tratar bem, ajudar, se sacrificar, mas quando o assunto são pessoas ingratas, então não se surpreenda se for vítima de traição.

Atitude como essas são típicas de ingratos.

Eles falam por trás, desejam o mal e são extremamente mal-agradecidos.

6.   Pessimismo

Você pode ajudar 99% das vezes, mas se fizer alguma coisinha contra a vontade de uma pessoa mal-agradecida, com certeza será vítima de seus xingamentos.

O natural é que, se alguém não puder ajudar agora, você agradeça e deixa para um próximo momento.

As pessoas têm limitações e devemos respeitar.

Tire a palavra depois da sua rotina…

hDepois eu faço…depois eu organizo… depois eu desapego…depois eu marco os exames… depois eu vou ao médico… depois eu começo academia… depois eu marco as férias… depois eu viajo… depois eu mando msg pros meus amigos… depois… depois… depois

Quantas vezes ao dia você fala ou pensa na palavra DEPOIS?

Você sabia que deixar tudo pra DEPOIS não te faz bem? Ahhh, pq? Pq a sua mente fica pensando em tudo que você precisa fazer e você fica se cobrando… e não deixa a mente livre para pensar em coisas que te fazem bem!

Então, tire a palavra DEPOIS do seu dia a dia. A vida é muito curta para deixar tudo pra DEPOIS. Priorize, anote e transforme o DEPOIS em MÊS, DIA, HORA! E pense: só depende de você!

Abra uma empresa um dia e…

0005Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os haters e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não da certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filha da puta do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso…
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companherismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa.

(Paulo Tenório CEO da Traktor).

O que eu gostaria de ser

televisao-com-antena-a-casa-a-sala-de-estar-1148127Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação com o título “O que eu gostaria de ser”. O tema era livre: as crianças poderiam ser um personagem, um objeto, uma pessoa ou um animal…

Já em casa quando corrigia as redações dos seus alunos, deparou-se com uma que a surpreendeu. O marido entrou na sala nesse momento e, vendo-a chorar, perguntou o que havia acontecido. Ela apenas lhe entregou a redação e pediu que lesse.

O marido começou a ler:

“Eu queria ser uma televisão. Quero ocupar o espaço dela, viver como ela vive.

Ter um lugar especial para mim e conseguir reunir a minha família ao meu redor.

Ser levado a sério quando falar, ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas.

E se eu estiver calado, quero receber a mesma atenção que a televisão recebe quando não funciona.

Ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo cansado.

Que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar.

Que os meus irmãos briguem para poderem estar comigo!

Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado de vez em quando, para passar alguns momentos comigo.

Por fim, como a televisão faz, quero poder divertir a todos de minha família.

Se eu fosse uma TV, eu viveria com a mesma intensidade que a televisão da minha casa vive.”

Ao terminar de ler, o marido emocionado diz para a esposa:
– Meu Deus, coitado desse menino… que pais que ele tem!
A professora olhou bem nos olhos do marido e disse chorando:
– Essa redação é do nosso filho!

Dar de si mesmo

menina8Laurinha, embora contasse apenas com oito anos de idade, tinha um coração generoso e muito desejoso de ajudar as pessoas.
Certo dia, na aula de Evangelização Infantil que frequentava, ouvira a professora, explicando a mensagem de Jesus,  falar da importância de se fazer caridade, e Laurinha pôs-se a pensar no que ela, ainda tão pequena, poderia fazer de bom para alguém.
Pensou… pensou… e resolveu:
– Já sei! Vou dar dinheiro a algum necessitado.
Satisfeita com sua decisão, procurou entre as coisas de sua mãe e achou uma linda moeda.
Vendo Laurinha com dinheiro na mão e encaminhando-se para a porta da rua, a mãe quis saber onde ela ia.
Contente por estar tentando fazer uma boa ação, a menina respondeu:
– Vou dar esse dinheiro a um mendigo!
A mãe, contudo, considerou:
– Minha filha, esta moeda é minha e você não pode dá-la  a ninguém porque não lhe pertence.
Sem graça, a garota devolveu a moeda à mãe e foi para a sala, pensando…
– Bem, se não posso dar dinheiro, o que poderei dar?
Meditando, olhou distraída para a estante de livros e uma ideia surgiu:
– Já sei! A professora sempre diz que o livro é um tesouro e que traz muitos benefícios para quem o lê.
Eufórica por ter decidido, apanhou na estante um livro que lhe pareceu interessante, e já ia saindo na sala quando o pai, que lia o jornal acomodado na poltrona preferida, a interrogou:
– O que você vai fazer com esse livro, minha filha?
Laurinha estufou o peito e informou:
– Vou dá-lo a alguém!
Com serenidade, o pai tomou o livro da filha, afirmando:
–  Este livro não é seu Laurinha. É meu, e você não pode dá-lo a ninguém.
Tremendamente desapontada, Laurinha resolveu dar uma volta. Estava triste, suas tentativas para fazer a caridade não tinham tido bom êxito e, caminhando pela rua, continha as lágrimas que teimavam em cair.
– Não é justo! – resmungava. – Quero fazer o bem e meus pais não deixam.
Nisso, ela viu uma colega da escola sentada num banco da pracinha. A menina parecia tão triste e desanimada que Laurinha esqueceu o problema que a afligia.
Aproximando-se, perguntou gentil:
– O que você tem Raquel?
A outra, levantando a cabeça e vendo Laurinha a seu lado, desabafou:
– Estou chateada, Laurinha, porque minhas notas estão péssimas. Não consigo aprender a fazer contas de dividir, não sei tabuada e tenho ido muito mal nas provas de matemática. Desse jeito, vou acabar perdendo o ano. Já não bastam as dificuldades que temos em casa, agora meus pais vão ficar preocupados comigo também.
Laurinha respirou,  aliviada:
– Ah! Bom, se for por isso,  não precisa ficar triste. Quanto aos outros problemas, não sei. Mas, em relação à matemática, felizmente, não tenho dificuldades e posso ajudá-la. Vamos até sua casa e tentarei ensinar a você o que sei.
Mais animada, Raquel conduziu Laurinha até a sua casa, situada num bairro distante e pobre. Ficaram a tarde toda estudando.
Quando terminaram, satisfeita, Raquel não sabia como agradecer à amiga.
– Laurinha, aprendi direitinho o que você ensinou. Não imagina como foi bom tê-la  encontrado naquela hora e o bem que você me fez hoje. Confesso que não tinha grande simpatia por você. Achava-a orgulhosa, metida, e vejo que não é nada disso. É muito legal e uma grande amiga. Valeu.
Sentindo grande sensação de bem-estar, Laurinha compreendeu a alegria de fazer o bem. Quando menos esperava, sem dar nada material, percebia que realmente ajudara alguém.
Despediram-se, prometendo-se mutuamente continuarem a estudar juntas.
Retornando para a casa, Laurinha contou à mãe o que fizera, comentando:
– A casa de Raquel é muito pobre, mamãe, acho que estão necessitando de ajuda. Gostaria de poder fazer alguma coisa por ela. Posso dar-lhe algumas roupas que não me servem mais? – Perguntou, algo temerosa, lembrando-se das “broncas” que levara algumas horas antes.
A senhora abraçou a filha, satisfeita:
– Estou muito orgulhosa de você, Laurinha, agiu verdadeiramente como cristã, ensinando o que sabia. Quanto às roupas, são “suas” e poderá fazer com elas o que achar melhor.
Laurinha arregalou os olhos, sorrindo feliz e, afinal, compreendendo o sentido da caridade.
– É verdade mamãe. São minhas! Amanhã mesmo levarei para Raquel. E também alguns sapatos, um par de tênis e uns livros de histórias que já li.

A casa de cada um!

shed-273499_960_720Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu. O anjo guardião o levou por várias alamedas e foi lhe mostrando as moradias…
Passaram por uma linda casa, com belos jardins. O homem rico perguntou:
– Quem mora ai? 
– É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado.
O homem ficou pensando: “Puxa! O Raimundo tem uma casa dessas! Aqui deve ser muito bom.”
Logo em seguida surgiu outra casa, ainda mais bonita. Então, ele perguntou:
– E aqui, quem mora? O anjo respondeu:
– Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira.
O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada deveria ser, no mínimo, um palácio.
Estava ansioso por vê-la. Nisso, o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse:
– Esta é a sua casa!
O homem ficou indignado! 
– Como é possível? Vocês sabem construir coisa muito melhor.
– Sabemos – respondeu o anjo – mas nós construímos apenas a casa. O material é selecionado e enviado por vocês mesmos. E foi esse o material que você nos enviou ao longo de sua vida.