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Escolhendo Um Curso de Excel

Sem Título-1Em um mercado em que a competitividade é uma realidade inquestionável, a qualificação permanente é a nossa arma de sobrevivência. Em tempos de crise como a que vivemos, a luz vermelha é acesa pelos diretores de empresa e mirada em sua cabeça. Só a produtividade pode lhe salvar.

Se sua intenção é fazer cursos com foco no Excel para melhorar a produtividade de suas planilhas, parabéns! Mas, ao mesmo tempo, cuidado! Existe uma infinidade de cursos no mercado ensinados por consultores competentes, que dedicam suas vidas a estudar as planilhas e suas potencialidades. Mas também existem bombas, cursos copiados de outras empresas e apresentados por ‘planilheiros’ sem experiência no mercado. Afinal, hoje em dia, para muita gente, ter um computador é ter uma escola de Excel.

Para não cair em armadilhas, enumeramos dez dicas para você, que quer procurar um curso seguro e adequado às suas necessidades.

1) Qual o seu nível?

Existem vários tipos de treinamento: básico, intermediário, avançado. Muitas vezes, o aluno acha que sabe muito e já ‘pula’ para o avançado. Durante o treinamento, vem a decepção: ele não consegue acompanhar o rendimento dos colegas de classe. Dinheiro e tempo quase jogados fora. Portanto, a consciência de suas potencialidades e limitações é a primeira dica. Antes de fazer a inscrição, converse com o consultor ou com a empresa que está oferecendo o curso de Excel.

2) Um curso de Excel genérico ou focado?

Curso de Excel Essencial, Automação de Planilhas e Excel Avançado são exemplos de cursos de Excel genéricos, ou ‘populares’, digamos assim. Traduzem o Excel para seu nível de conhecimento e lhe dão condições de manejar uma planilha com segurança, mas não focam em determinada atividade. Se você é um profissional que precisa apresentar relatórios em Excel, então deve procurar um treinamento focado no que precisa (no caso, um curso Vip, que existe no mercado). Um curso genérico não vai lhe ajudar muito.

3) Quem é o professor?

Se você deseja um curso de Excel que resolva o seu problema, pesquise sobre a empresa que o oferece e, de preferência, sobre o professor que vai ministrá-lo. Pesquise no site da empresa (se tiver), analise o site (alguns trazem erros de Português que denunciam sua qualidade), digite o nome do consultor no Google e procure seu histórico. Ele escreve para algum site? Tem coluna em alguma revista? É um estudioso do Excel ou um mero ‘planilheiro’ que acumulou alguma informação e se achou apto a oferecer um curso?

4) Temário: original ou a cópia?

Cada tipo de curso de Excel possui um temário, que traz os tópicos a serem estudados. Em geral, eles são parecidos por um detalhe simples: ‘planilheiros’ costumam copiar os temários das empresas mais sérias e adaptá-los às suas realidades. Ainda assim, dá para notar diferenças e, em alguns casos, até saber quem foi que copiou de quem. Aí a escolha é sua entre ficar com o original ou a cópia.

5) Custo-benefício

Se você quiser um curso de Excel Avançado, por exemplo, faça uma pesquisa pelas empresas que o oferecem. Coloque na balança o preço, a localização e o profissional que vai ministrar o treinamento. O barato pode sair caro se você optar pelo famoso ‘planilheiro’, aquele sujeito que vai lhe passar umas fórmulas e agradecer a sua atenção. Porque se você tiver uma dúvida, esqueça: os maus profissionais não estão preparados para instruí-lo de acordo com seu perfil e sua função no mundo corporativo. Eles não atuam como consultores e por isso vivem no mundo dos tutoriais de Internet. Seria como um médico aprender medicina somente lendo os livros.

6) Infraestrutura

Parece incrível, mas algumas empresas oferecem treinamentos sem material adequado. Você entra na sala e vê que sua coluna vai reclamar de cadeiras que não servem para suporta uma pessoa por 8 horas. Ou cadeiras que ficam ‘caindo’ o tempo todo.

Teclados de computador mais sujo do que banco de praça, datashow que só funciona no escuro absoluto. Dá para perceber que o investimento naquela sala foi absorvido há uns 5 anos…

7) Material

Naturalmente que nenhuma empresa vai lhe fornecer, antecipadamente, a apostila do curso. Mas é interessante você ter certeza do que algo vai ser distribuído durante o treinamento. Apostila em papel e download de exemplos extras são o que consideramos um material mínimo. Não só para que o treinamento seja adequado, mas para que o aluno tenha em mãos exemplos que possam ser usados como parâmetro no futuro.

8) Dúvidas

Treinamentos são situações simuladas, mas é exatamente no dia-a-dia que você percebe as dificuldades na prática. Portanto, se surgir uma dúvida sobre o curso de Excel que você fez uma semana depois de tê-lo feito, com quem você irá falar? Pior: e se a dúvida surgir em uma situação que você só vivenciou um mês após o curso? Algumas empresas estabelecem um canal permanente com o aluno após o treinamento, com canais de contato específico para dúvidas. Importante: sem prazo definido. Outras empresas lhe dão um prazo para ter dúvida: 10, 20, 30 dias. Depois disso, você fica proibido de ter dúvida. Certifique-se disso antes de fazer a inscrição.

9) Relacionamento pós-curso

Poder tirar dúvidas sobre o curso nos dias, semanas ou meses seguintes é fundamental. Mas e se você quiser mais informação sobre planilhas em geral? Verifique como será o seu relacionamento com a empresa após o curso. Algumas têm site com dicas permanentes, tutoriais e informações complementares gratuitas, uma fonte onde você poderá beber sempre que quiser. Outras inclusive enviam boletins periodicamente compartilhando informação a quem fez um curso. E para sempre, sem precisar pagar nada.

10) Social

Você é funcionário de uma ONG ou entidade filantrópica e utiliza bastante o Excel? Antes de fazer a inscrição em um treinamento, pesquise bastante, pois há empresas que dão descontos ou bolsas integrais para colaboradores de instituições sem fins lucrativos. E com o mesmo material e tratamento disponibilizado a quem paga. De qualquer forma, mesmo se encontrar a empresa que dá o desconto ou a bolsa, baseie-se nos nove tópicos acima para fazer valer seus direitos. O fato de ter desconto ou ser de graça não deve influir na qualidade do atendimento.

Neurocientistas confirmam: em 21 dias você reprograma o seu cérebro!

hhfdhjhfdO título é impactante não é? Por que 21? 21 dias para mudar e transformar. 21 dias para ser uma pessoa mais feliz e de bem com a vida. 21 dias para começar a fazer yoga. 21 dias para meditar. 21 dias para mudar os hábitos alimentares…21 dias para abandonar e quebrar um hábito, como parar de comer carne, parar de fumar, parar de criticar, adotar condutas altruístas… etc.

Tudo o que você precisa são 21 dias de determinação e disciplina fazendo ou deixando de fazer determinada coisa.

Você sabia que tudo o que você conquistou, assim como o seu padrão de pensamento e comportamento, estão relacionados aos seus hábitos? Ou seja, os seus hábitos influenciam diretamente a sua vida.

Os hábitos são, essencialmente, padrões de comportamentos e acabam se tornando uma parte do que somos.

Quando algum comportamento se repete o cérebro cria vias sinápticas mais rápidas, de maneira que uma ação aciona a ação seguinte, de forma quase automática.

  • Ninguém está inteiramente certo de onde a regra dos 21 dias se originou. Um dos pioneiros na Teoria dos 21 Dias foi o cirurgião plástico e psicólogo Maxwell Maltz, em 1960. Ele relatou que seus pacientes notavam as mudanças nas cirurgias apenas após 21 dias da operação, e registrou no livro Psico-cibernética que 21 dias é o tempo que o cérebro precisa para se adaptar a uma mudança. Em 1983 o artigo Three Weeks to a Better Me, na Reader’s Digest, relatou os esforços de uma mulher em não criticar durante 3 semanas. John Hargrave também descreve a importância dos 21 dias em seu livro Mind Hacking: How to Change Your Mind for Good in 21 Days. No livro best seller O Poder do Hábito, Charles Duhhig considera que são necessários 21 dias de repetição de uma ação para que ela se torne um hábito. Claro que existe a individualidade de cada um que pode levar a uma variação, como mostrado no estudo de Phillipa Lally, pesquisador de psicologia da saúde na University College London, publicado no European Journal of Social Psychology, no qual foi evidenciado que a partir de 18 dias consegue-se mudar um hábito, mas pode variar dependendo da pessoa, do comportamento e circunstâncias, sendo que o tempo médio foi de 60 dias para um comportamento tornar-se automático.

O cérebro tem duas formas de tratar as informações e ações vividas: uma de maneira consciente e a outra inconsciente. Mas talvez você pergunte: é possível fazer algo de forma inconsciente, sem nos darmos conta?

Sim, é o que costumamos chamar de “modo automático”, são as ações que você executa sem a necessidade de prestar atenção em cada movimento. E muitas das coisas que executamos com frequência ao longo do nosso dia, de forma repetitiva, estão no modo automático, seja na nossa rotina doméstica ou mesmo no trabalho. Dirigir, por exemplo, é um hábito tão mecanizado que muitas vezes você sai de um lugar e chega ao outro e nem se lembra do percurso que fez, seja de carro ou mesmo a pé. Seu cérebro está tão treinado com aquele caminho que você o faz com a mente focada em mil e uma ideias, menos no ato de dirigir, caminhar ou no percurso.

Toda ação, primeiro, é consciente

Acontece que quando você repete essa ação muitas vezes o cérebro cria um caminho neural que envolve os atos de pensar, sentir e agir. Depois que o cérebro se considera treinado o suficiente para determinada coisa, sai do modo consciente e vai para o inconsciente. E, nesse processo, pelo menos 95% das nossas ações são comandadas pela mente subconsciente, um super computador carregado com uma base de dados de comportamentos programados.

A transferência ocorre quando uma ação já programada migra da zona CONSCIENTE do cérebro, ou seja, da zona pensante, para a zona de execução automática do cérebro, ou seja, INCONSCIENTE.
É isto que nos permite ser multifuncionais. Vamos citar novamente o exemplo de dirigir, algo fácil e totalmente mecânico. Observe quantos movimentos são realizados sem que você precise prestar atenção. O pé direito no acelerador ou no freio e o pé esquerdo na embreagem, os 3 pedais em movimentos sincronizados para o carro não morrer. Você pensa na meia embreagem quando dirige? Certamente não. Enquanto isso os olhos monitoram 3 retrovisores e as mãos controlam o volante, câmbio e setas para sinalizar as conversões, etc… E você faz tudo isso enquanto conversa com alguém no carro ou ao telefone, canta, toma decisões importantes, ouve o rádio, enfim, sua atenção está sempre voltada para alguma outra coisa, pois dirigir não requer sua atenção uma vez que se tornou algo automático.

Até aí, estaria tudo ok não fosse a comprovação pela neurociência de que estamos no piloto automático, sob o comando da mente inconsciente, 95% do tempo.

Ou seja, você não está consciente na maior parte do tempo. Apesar disso, é bom saber que você pode programar e desprogramar o seu cérebro no que se refere a qualquer ação cognitiva que envolva o pensamento, a linguagem, a percepção, a memória, o raciocínio e o intelecto. É através da repetição que você adquire uma nova forma de pensar, sentir, agir e se comportar, esteja você ciente ou não.

Uma forma simples de adquirir um novo hábito é estabelecer um programa de 21 dias. Determine o que você quer ou precisa que se torne uma rotina. Estabeleça um horário que você possa se dedicar a isso. E passe a repetir por 21 dias consecutivos. Muito provavelmente você encontrará resistência no início, mas do 22º dia em diante a ação será executada com naturalidade e você sentirá falta se não realizá-la, pois seu cérebro já estará habituado com a prática. Sem esforço nem desconforto.

Eduque seu cérebro, faça essa ginástica mental para ter sua mente trabalhando a seu favor e tenha autodisciplina.
Para isso, a rotina de repetição deve ser empregada por 21 dias consecutivos. Consecutivos mesmo, sem falhar nem 1 dia, ok? E é aí que entra a sua disciplina. Esse método de 21 dias pode ser aplicado para qualquer coisa, seja para adquirir uma rotina de estudo, organização no trabalho, forma de pensar positivamente, fazer uma atividade física, ou, o que eu super recomendo: MEDITAR!!!

Talvez você pense. Nossa, desse jeito é possível criar um novo hábito por mês e, ao final de 1 ano, terei 12 novos hábitos. Desculpe mas terei que jogar um balde de água fria no seu entusiasmo.

CUIDADO, porque se você não fizer de forma consciente pode se transformar num robô, um amontoado de ações inconscientes. Será que você já não está nesse estágio? Ser multifuncional parece ser bom não é? Considerando o quanto pessoas que conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo são elogiadas. No entanto, acabam ficando ligadas no “piloto automático”. E, quando chegam ao final do dia, são incapazes de se lembrar detalhes do que fizeram e como realizaram as suas tarefas.

Saiba que quanto mais automático você for, maior também será sua dificuldade de concentração. Isso acontece porque os pensamentos e comportamentos automáticos tiram nossa atenção do momento presente. Eles são estruturados em experiências do passado. Pessoas automatizadas tendem a ser menos criativas, pois costumam seguir padrões repetidos e, por isso, são inflexíveis, têm dificuldade de se adaptar a novas situações, de encontrar novos caminhos e enxergar possibilidades inovadoras. Então, tenha sabedoria para usar a ferramenta dos 21 dias a seu favor e não ficar condicionado a hábitos que possam te robotizar e tirar de você algo precioso, que é a sua consciência.

A ideia aqui, mais do que te dar dicas sobre como adquirir novos hábitos, é te conscientizar sobre você mesmo, pra que você saiba que seus hábitos guiam o teu destino. Se os teus pensamentos, atitudes e comportamentos não te favorecem, então está na hora de mudar e você pode fazer isso através de uma disciplina diária e mudança na sua rotina no que se refere ao pensar e agir.

No entanto, observe se mais importante do que adquirir novos hábitos não é melhor fazer uma reprogramação para desestruturar hábitos antigos e sabotadores. Desconstruir padrões mentais, esvaziar e zerar conceitos velhos é um caminho para se abrir ao novo e para adquirir novos conhecimentos. Usar a metodologia dos 21 Dias para adquirir o hábito da meditação e do relaxamento pode ser um forma edificante de usar o inconsciente para atingir a consciência.

Mudar ou abandonar hábitos antigos não é tão simples. Há um consenso de que esta prática é mais difícil. Uma vez que as sinapses foram ativadas por uma repetição de comportamento, mesmo que se consiga quebrar por forte determinação e disciplina, essas sinapses podem ser reativadas sob o menor estímulo. Isso fica muito evidenciado no caso de vícios.

De qualquer forma, para aumentar suas chances de sucesso, tente mudar um hábito de cada vez. Estabeleça planos e repita o comportamento de forma que ele se torne instintivo e seja parte de você.

Seu destino está traçado na sua mente. A pergunta é: Você programou a sua mente a favor ou contra você? Até que você se conscientize da necessidade de criar um movimento interno para mudar os seus hábitos, seja no pensar, falar ou agir, seus padrões inconscientes determinarão o seu destino. Sabe o que tem de ruim nisso? Você nem vai se dar conta.

30 FRASES PARA VOCÊ LER QUANDO ESTIVER PENSANDO EM DESISTIR

giphyTodo mundo já passou por um momento em que a ideia de desistir ficava martelando insistentemente na cabeça. Dúvidas fazem parte da história de praticamente qualquer pessoa, inclusive algumas das mais bem-sucedidas que conhecemos – e muitas delas têm um pouco a nos ensinar sobre isso.
São frases, pensamentos e algumas ideias quase soltas que nos ensinam porque nós devemos parar de reclamar e aprender a olhar pra frente.

1. “Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum.” – Jim Rohn

2. “Todos os seus sonhos podem se tornar realidade se você tiver coragem para persegui-los.” – Walt Disney

3. “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente. Quem sobrevive é o mais disposto à mudança.” – Charles Darwin

4. “Um homem de sucesso é aquele que cria uma parede com os tijolos que jogaram nele.” – David Brinkley

5. “Há dois tipos de pessoa que vão te dizer que você não pode fazer a diferença neste mundo: as que têm medo de tentar e as que têm medo de que você se dê bem.” – Ray Goforth

6. “O ponto de partida de qualquer conquista é o desejo.” – Napoleon Hill

7. “Todo progresso acontece fora da zona de conforto.” – Michael John Bobak

8. “Daqui a vinte anos, você não terá arrependimento das coisas que fez, mas das que deixou de fazer. Por isso, veleje longe do seu porto seguro. Pegue os ventos. Explore. Sonhe. Descubra.” – Mark Twain

9. “Nosso maior medo não deve ser o fracasso, mas ser bem-sucedidos em algo que não importa.” – Francis Chan

10. “Muitas das falhas da vida ocorrem quando não percebemos o quão próximos estávamos do sucesso na hora em que desistimos.” – Thomas Edison

11. “Coragem é a resistência ao medo, o domínio do medo – não a ausência do medo.” – Mark Twain

12. “Apenas deixe para amanhã o que você está disposto a morrer tendo deixado de fazer.” – Pablo Picasso

13. “Se você quer fazer uma mudança permanente, pare de se focar no tamanho de seus problemas e comece a focar no seu tamanho.” – T. Harv Eker

14. “Se você não tiver seu próprio plano de vida, é provável que caia no plano de alguma outra pessoa. E adivinha o que eles planejaram para você? Não muito.” – Jim Rohn

15. “A vida é uma viagem e se você se apaixona pela jornada, você estará apaixonado para sempre.” – Peter Hagerty

16. “Muito do estresse que as pessoas sentem não vem de ter muito o que fazer. Ele vem de não terminar o que foi começado.” – David Allen

17. “Se você procura sua realização nos outros, você nunca será realizado. Se sua felicidade depende de dinheiro, você nunca será feliz consigo mesmo. Se contente com o que você tem; fique feliz com a maneira como as coisas são. Quando você perceber que não está faltando nada, o mundo pertence a você.” – Lao Tzu

18. “A arte de viver está menos em eliminar nossos problemas do que em crescer com eles.” – Bernard M. Baruch

19. “A felicidade não é uma estação em que você chega, mas uma maneira de viajar.” – Margaret Lee Runbeck

20. “A verdadeira felicidade não é alcançada através da auto-gratificação, mas através da fidelidade a um propósito digno.” – Helen Keller

21. “Todos nós recebemos relatórios de muitas maneiras diferentes, mas a verdadeira emoção do que você está fazendo está em fazê-lo. Não é o que você vai conseguir no final, é realmente em fazer, e amar o que você está fazendo.” – Ralph Lauren

22. “Faça algo que ame e você nunca mais precisará trabalhar na vida.” – Willie Hill

23. “A ansiedade é a vertigem da liberdade.” – Soren Kierkegaard

24. “Faça o que você sempre fez e você terá sempre o mesmo resultado.” – Sue Knight

25. “Nós evitamos as coisas das quais temos medo porque pensamos que haverão consequências desastrosas se as confrontarmos. Mas a verdadeira consequência desastrosa em nossas vidas vem de evitar coisas sobre as quais nós precisamos aprender ou descobrir.” – Shakti Gawain

26. “Muito melhor é arriscar coisas grandiosas para ganhar vitórias gloriosas – mesmo que estampadas pelo fracasso – do que se alinhar com aqueles espíritos pobres que nem aproveitam muito nem sofrem muito, porque vivem em uma penumbra cinzenta que não conhece nem a vitória nem a derrota.” – Theodore Roosevelt

27. “Eu não sei a chave para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todos.” – Bill Cosby

28. “O primeiro passo em direção ao sucesso é dado quando você se recusa a ser um prisioneiro do ambiente em que estava inicialmente.” – Mark Caine

29. “Sempre que você se encontrar ao lado da maioria, é tempo de fazer uma pausa e refletir.” – Mark Twain

30. “Se você ouve uma voz dentro de você dizer ‘você não pode pintar’, então pinte sem dúvida, e essa voz será silenciada.” – Vincent Van Gogh